quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Gislane... a pedra no caminho!

Louca, insano grito de felicidade que percorre minhas veias
Um retumbante brado plácido que faz os meu átrios
Retraírem e pulsarem, eu acho que é ódio, ou ira
Ou amor.? - Pouco me importa, pois o que vale é o
Que sinto. Não sei porque escrevo, talvez pra esse
Sangue todo esvaziar e acalmar o pulsar.
Eu sei que a cicatriz jamais cicatrizará; arde, mesmo
Quieta em si só por olhar pra seus negros olhos.
Meu diário, meu assento para o grito mais mudo e para meu desalento.
Eu tenho um amigo que dizem que vou me casar com ele,
Duas vezes... Às vezes eu acho que ele me ama, me azucrinar
É maneira dele de amar, chata e estúpida, mas eterna e cativante
Sinto-me forte. Ilusão, eu não estou ficando forte, eu sempre fui,
Mas achava que não precisava desabrochar.
O mundo bate à porta e a suavidade da minha força vai
Me fazer aguentar, jamais perderei minha essência
De frágil inocência.

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